Fernanda Mendonça, 18 anos, signo de touro, prazer! =)
Aspirante a escritora e poetisa, futura veterinária. Atualmente sem
tempo pra nada, pois está se preparando para o vestibular.
Aprecio alguns livros ligados à ovnis e extraterrestres, amo poesia...
E, para falar a verdade, aprecio quase todo tipo de leitura..Sou uma maníaca por livros.
Tento fazer minha parte quanto aos animais, apesar de ter certeza de não ser suficiente.
E...ok...Eu não sirvo para fazer esse tipo de coisa! ò.ó
Ah, e como diriam alguns: sou cafona, gosto de rock! =D
"Esta sou eu - a inúmera.
Que tem de ser pagã como as árvores
e, como um druida, mística.
Com a vocação de mar, e com seus símbolos.
Com o entendimento tácito, instintivo,
das raízes, das nuvens,
dos bichos e dos arroios caminheiros.
Andam arados, longe, em minha alma.
Andam os grandes navios obstinados."
Cecília Meireles
Seres Pululantes
The Fibonacci Sequence
Yumi Is Dead!
Little Things
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Ferfa (Éôl) (Imagem)
Andy (Códigos)
Blogger (minha página é hospedada aqui, e a sua?)
Nesta sociedade absurda em que vivemos, a imagem de uma beleza forçada é estampada por todos os lados. Pessoas magras são dadas como ‘sinal de beleza perfeita’. Opressivamente, a mídia nos leva à um lado neurótico, em busca de um encaixe neste padrão.
Introdução
Hoje em dia, só se ouve falar na salvação do planeta. Todos dizem que o planeta está doente, que precisamos salvá-lo, que é o fim do mundo.
Sinceramente, não acho que seja nada disso. O mundo está sim passando por mudanças, mas pelo conhecimento que temos de sua história, quantas transformações mais drásticas ele já sofreu?
De lava e fogo, o planeta se resfriou. Vida, terremotos, maremotos, cometas, inundações, congelamento. E depois de cada uma dessas transformações, ele voltou ao que ele era antes: um planeta equilibrado e extremamente propício à vida.
O único grande inconveniente, entretanto, é que em cada uma dessas grandes mudanças algumas espécies ou civilizações deixaram de existir: dinossauros, incas, maias, astecas, e o suposto povo de Atlântida. Todos, sem exceção, desapareceram da face da terra, deixando alguns vestígios de sua grandeza.
Mas será que o desaparecimento deles foi algo realmente ruim?
Pensando, hipoteticamente, na Terra como um organismo vivo e p
ulsante, nós seríamos apenas pequenos vírus e bactérias, que acabam destruindo o seu hospedeiro enquanto tentamos nos sustentar. A atitude mais óbvia a ser tomada pelo planeta, então, seria livrar-se de nós. Acho que é exatamente isso que está acontecendo.
Depois de séculos de destruição e cobiça, acumulamos uma carga de conhecimento inacreditável, mas talvez seja essa a causa de nossa própria destruição. E esse é o grande pavor que nos invade.
A problemática
Daqui a alguns anos, o clima do planeta vai ser insuportável para variadas formas de vida, e nós poderíamos burlar isso, se não fossem esses fenômenos cataclismáticos que assola
m nossos continentes.
Por causa deles, a humanidade está em frenesi, ouve-se por todo lugar que há necessidade de salvar o planeta, que ele está doente. Isso não é verdade.
O planeta está ótimo. E logo depois que os humanos sumirem de sua face, ele voltará a se estabilizar aos poucos. Isso que nos deixa em pânico. O planeta se volta contra nós, tenta destruir o vírus que por tanto tempo o prejudicou.
Não que este seja um problema menor, pois eu também tenho medo da extinção. Mas lutar contra isso seria lutar contra o rumo natural das coisas. Assim é o ciclo da existência : nascimento, crescimento, vida, envelhecimento e morte.
A solução
Pedem-me para resolver um problema que eu considero inexistente ou inconversível. Essa é mais uma dos aspectos da natureza do homem. Mania de grandeza, mania de querer saber e controlar tudo quanto for possível (e o impossível também, de preferência).
Mas diante de todos os argumentos que eu apresentei aqui, creio que o único e maior problema seja o homem. Fomos nós que destruímos o planeta. Fomos nós que o poluímos, fomos nós que tornamos suas terras inférteis, fomos nós que secamos seus rios. Fomos nós que nos alastramos por
sua superfície como fungos, fomos nós que ferimos suas terras e arrancamos suas plantas, sem falar no desaparecimento de habitantes mais nobres e sábios que nós.
O Homem, nosso grande problema, não possui solução. Fim. Ele é uma criatura estúpida que não consegue preservar o meio em que vive, que não consegue se mutar, se melhorar, para se adaptar.
Assim sendo, a sociedade está fadada à destruição, e talvez a atitude mais sábia seja simplesmente nos auto-destruirmos e acabarmos de vez com esse lenga-lenga. Só assim o mundo estará a salvo.
Acabando com o vírus, e não com os sintomas, acabamos com a doença.
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